Homem-Formiga e a Vespa

18:46


Vou começar dizendo que eu não estudei cinema nem nada parecido e também não sou crítica. Na realidade, dificilmente falo sobre filmes, porém, como esse ano tenho indo muito ao cinema, também estou assistindo muitos filmes em casa, então quero compartilhar com vocês o que achei desses filmes. 

O primeiro dessa lista vai é Homem-formiga e a vespa que foi dirigido por Peyton Reed e é o vigésimo filme do MCU (Marvel Cinematic Universe ou Universo Cinematográfico da Marvel).

"Scott Lang lida com as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. Enquanto tenta reequilibrar sua vida com suas responsabilidades como o Homem-Formiga, ele é confrontado por Hope van Dyne e Dr. Hank Pym com uma nova missão urgente."


Antes de abordar a história em si, vou dizer que esse é um filme que não não precisa de assistido os outros milhares da Marvel para entender o que está acontecendo. Se você viu apenas o primeiro Homem-Formiga, vai entender tudo, e se assistiu também a Capitão América: Guerra Civil, melhor ainda. Mas tudo é explicado para ninguém ficar perdido nessa sequência, o que é ótimo para quem não acompanha do MCU e para quem acompanha também porque não ficou cansativo nem repetitivo.


A introdução da Vespa, a Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), foi certeira. Ela já era uma personagem maravilhosa no primeiro filme e nesse está mais ainda. As suas cenas de lutas são incríveis e eu super queria ser ela na vida. E o fato a história ter agregado mais um heróis não ofuscou o Homem-Formiga, o Scott Lang (Paul Rudd), muito pelo contrário.

Sobre os personagens secundários, vamos levantar e aplaudir de pé o Luis (Michael Peña) que rouba a cena toda vez que abre a boca. E não posso deixar de mencionar a interação Scott-Hope-Hank Pym (Michael Douglas), que tem toda uma pegada namorado-filha-sogro, o que foi excelente para história. 


O desenvolvimento em si, de toda a jornada para resgatar a Vespa original, a Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer) do reino quântico, me surpreendeu porque eu achava que fosse acontecer de uma forma e aconteceu de outra que funcionou tão bem quanto como eu imaginei, se não até melhor.

Já a vilã foi o elemento mais fraco dessa história. Mesmo tendo um background sólido e que fez sentido, não consegui ficar convencida das motivações da Ghost/Ava (Hannah John-Kamen) e mesmo não torcendo para o vilão ganhar (não sempre), gosto de entender os motivos que tornou o personagem assim. Faltou a personagem acreditar nela mesmo para que público pudesse fazer o mesmo.

Na minha opinião, essa é a melhor comédia do MCU. O filme é hilário e divertido, além de não ter piadas forçadas e que insultam minha inteligência como foi o caso de Thor: Ragnarok. A produção tem um roteiro com soluções simples que fizeram sentido para o desfecho e também agregaram para o futuro do universo.


Sobre a tão esperada cena pós-credito: ainda estou impactada e esperando loucamente por Vingadores 4. Essa é a única coisa que liga esse filme diretamente com os acontecimento de Guerra Infinita, então quem não viu esse filme, além de ficar sem entender nada com o final da cena, vai pegar um p*ta spoiler.

Gsuis amado! Falei demais e ainda sim não conseguir falar de tudo. Mas acho que consegui passar tudo de mais importante que eu precisava comentar. 

Beijos,

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