RESENHA: A GEOGRAFIA DE NÓS DOIS

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Editora: Galera Record
Autor: Jennifer E. Smith
Páginas: 272
Estrelas: 3,75/5
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Lucy mora no vigésimo quarto andar. Owen, no subsolo... E é a meio caminho que ambos se encontram - presos em um elevador, entre dois pisos de um prédio de luxo em Nova York. A cidade está às escuras graças a um blecaute. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos convidados a refletir... Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à distância? Em A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith cria tramas cheias de experiências, filosofia e verdade.

Mais um livro da Jennifer E. Smith para nos encher de amor e fofura!

Nesse livro, durante a leitura, foi possível identificar alguns padrões com relação ao outros livros da autora como os problemas que os protagonistas enfrentam com a distância que gera uma grande influência na história e o final aberto para milhares possibilidades. 

O livro tem um escrita simples, que era o que eu estava buscando no momento que li, mas a leitura não fluiu tão bem quanto eu esperava. Talvez tenha acontecido isso devido a extensão de alguns capítulos, já que como eram com pontos de vistas alternados, em alguns momentos, eu estava mais interessada na história de quem não estava narrando. 

Para mim, o fator surpreendente da história foi que eu pensei que seria sobre relacionamento à distancia, propriamente dito, devido ao título, mas o foco foi além de apenas o relacionamento amoroso do casal principal. A autora abordou, também, os relacionamentos familiares de uma forma gostosa de ler e fácil de se relacionar. O livro também fala sobre perdas e como superar essas perdas, seja perdas relacionadas a morte ou a distância. 


Sobre os protagonistas, Owen e Lucy são pessoas diferentes em inúmeros aspectos. Owen é reversado e pessimista, já a Lucy é mais calorosa e positiva com relação a tudo. O desenvolvimento do relacionamento dos dois é bonitinhos e divertido de acompanhar, contudo, irritante em certas ocasiões, o que faz parte. 

Claro que falar sobre a capa desse livro é quase uma obrigatoriedade já que muitos não gostaram do que a editora fez. As capas originais dos livro da autora, tanto A probabilidade estatística do amor à primeira vista e Ser feliz é assim, quanto a capa desse, seguem um padrão todo fofo que a Galera Record ignorou quando trocou as dos dois primeiros quando traduziram. 

Agora, eu preferia que eles tivessem mudado a arte desse livro também. Já que é para ficar diferente, que fiquem todos.  

O que você achou dessas mudanças das capas pela editora brasileiras? Já leu alguns livro da autora? O que achou? E melhor, tem sugestão de livro para resenhas? Conta nos comentários <3

Beijão.

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