RESENHA: LIGEIRAMENTE MALICIOSOS

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Editora: Arqueiro
Autor: Mary Balogh
Série: Os Bedwyns, Livro 2
Páginas: 280
Estrelas: 4,5/5
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Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próximaFilha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precissam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?

A saga da família Bedwyns continua. Como o próprio nome já diz, esse livro segue uma pegada mais acelerada que o primeiro (resenha aqui) O casal mal se vê e algo intenso nasce, algo que eles não tentam nem disfarçar. 


Judith só quer uma emoção antes de ficar prisioneira como uma servente na casa de sua tia. Ela precisava de um  momento de liberdade. A mentira era sua única e última chance de viver algo que ela vai poder se lembrar em todos os dias de sua vida, ao contrário do que muitos fariam ela aceita bem sua sina (mesmo que contrariada). Assim interpreta perfeitamente bem o papel da atriz Claire Campbell, que se deixa seduzir por Ralf Bedard.

Rannulf Bedwyn sem dúvidas é uma peça. Diferente dos seus outros irmãos – que já nos foram apresentados – ele é engraçado, fazendo piadas da própria família, ao mesmo tempo é um amor quando sempre cede as vontades de sua avó, mas não deixa de ser um canalha tendo a visão de estar preso a uma única pessoa como algo totalmente deprimente (palavras dele, não minhas).


Contudo, Rannulf já não conseguia tirar a bela atriz de seus pensamentos, e reencontrá-la sem as máscaras será uma grande surpresa. Talvez só não maior do que para Judith, afinal era para ele ser apenas uma boa lembrança, não algo que parecia ter vindo para assombrá-la.

Entretanto, a história de Mary não é só uma paixão a primeira mentira. Rannuf e Judith vão descobrir muito sobre si mesmos durante essa jornada para estarem juntos. Afinal, quando tudo começa com uma mentira, quais são as chances de dar certo?

Obs: Acho que é a primeira vez que me apaixono por uma capa e ela condiz completamente com a personagem, no caso Judith. (Aplausos) Por um mundo literário com mais capas assim.

Deixei gostinho de quero mais? Gostaram da resenha? Comentem!

XOXO

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