RESENHA: O VISCONDE QUE ME AMAVA, de Julia Quinn

08:00

Editora: Arqueiro

Autora: Julia Quinn
Série: Bridgertons, livro 2
Paginas: 304
Estrelas: 4,5/5
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**Esse livro foi cortesia da editora para um opinião honesta**

Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.



O segundo volume da série dos Bridgertons, conta a história de Anthony, o visconde. Ele decide que está na hora de casar e ter herdeiros, pois acredita que irá morrer jovem assim como o seu pai. A mocinha da história chama-se Kate, uma jovem que vai debutar já um pouco mais velha – aos 21 – devido aos problemas da família. Ela tem uma irmã mais nova chamada Edwina Sheffield que acaba despertando o interesse do visconde, mas ele precisa da autorização da Kate para que o casamento aconteça.

Rolou um certo padrão nos dois primeiros livros: caras que são libertinos, moças inteligentes, um plot twist um tanto comprometedor para um dos lados... 

A intenção de Anthony é conseguir uma esposa que respeite, mas que não consiga amar, e é isso que ele vê em Edwina. Contudo, ele precisa passar pela irmã mais velha da moça, Kate, que não acredita em ex-libertinos, mas acaba criando uma amizade inesperada com o visconde devido a aproximação necessária.
"[...] De fato, eu não deveria provocá-la, porém, é que simplesmente não consigo evitar [...] O que posso dizer? A senhorita desperta algo em mim." 
O desenvolvimento do relacionamento entre os dois é um tanto interessante e divertido já que parecem mais gato e rato brigando pelo território, que nesse caso é a Edwina. Mas sem querer eles acabam criando uma forte relação de amizade. E um acaba ajudando o outro a superar seus medos – e vice e versa.

Julia Quinn não decepcionou com a leveza e divertimento que a história trás, mas fiquei desapontada em alguns pontos, destacando o fato de não ter tido muitas cenas com a Daphne e o Simon (o casal do livro anterior).

E claro que eu não poderia deixa de comentar o meu ponto favorito da série: a Lady Whistledown. A minha curiosidade só aumenta com o passar dos trechos das crônicas que ela escreve no início de cada capítulo, e toda especulação que tenho parece não fazer sentido.


O terceiro livro já está devidamente lido e os próximos já estão a caminho, então fiquem de olho aqui no blog porque logo logo rolará mais Julia Quinn por aqui para aumentar mais a minha ansiedade em conhece-la na Bienal do Rio em setembro. 

E para quem quer discutir spoilers, vai rolar um especial no canal assim que eu ler o quarto volume, 

Também é fã da Julia Quinn ou está curioso para saber mais sobre os livros dela? Conta para gente aqui no comentários :)

Beijinhos ;*

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