[RESENHA] Menina de vinte, de Sophie Kinsella | @liahey

08:00

Editora: Record
Autor: Sophie Kinsella
Título original: Twenties Girl
Paginas: 496
Estrelas: 5/5
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Menina de vinte - Lara Lington sempre teve uma imaginação fértil. Agora ela começa a se perguntar se está ficando maluca de vez. Meninas normais de vinte poucos anos não veem fantasmas, né? Pelo menos era o que ela pensava até o espírito da tia-avó Sadie, que foi uma jovem dançarina de Charleston com ideias avançadas sobre moda e amor, aparecer misteriosamente com um último pedido: Lara precisa localizar um colar que foi dela por mais de 75 anos. Só assim tia Sadie poderá descansar em paz. Além de encontrar a joia, Lara tem que lidar com probleminhas do dia a dia: a sócia foi curtir um romance em Goa, sua empresa está afundando e ela acabou de ser abandonada pelo homem “perfeito”. Nesta divertida história, Lara e Sadie são duas meninas de vinte bem diferentes que vão aprender a importância dos laços familiares e da amizade

O tema do I dare you de Março é chick-lit, em comemoração ao dia das mulheres, e eu não podia escolher outra autora para ler a não ser Sophie Kinsella. Não li muitos livros dela, mas garanto de daqui para frente muito de seus livros entrarão para minha wishlist.

Menos não tendo sido minha primeira opção de leitura, Menina de vinte foi a minha escolha e não decepcionou. Comecei o livro sem saber nada sobre a história ou sobre o que outras pessoas acharam sobre o mesmo, uma das melhores leituras do mês.

Kinsella não decepciona. Todo esse cenário onde a protagonista conversa com o fantasma da tia-avó morta e sai em busca de um colar desaparecido acaba se tornando uma história sobre amizade, significado de família e segundas chances.

Lara é uma protagonista engraçada e meio louca que encontra em um fantasma uma melhor amiga e um anjo da guarda, que mesmo não querendo, a ajuda a enfrentar dificuldades das maneiras mais engraçadas possíveis, e louca também. Sadie, a tia-avó de Lara que morreu aos 105 anos, é um fantasma de 23 anos que representa muito bem tudo que eu imagino que seria a vida nos anos de 1920.
“- É fácil dispensar a família. É fácil não dar valor. Mas sua família é a sua história. Sua família faz parte de quem você é. [...]”
As aventuras que as duas se metem não brilhantes e inimagináveis, e a história tem um final incrível que eu jamais poderia imaginar. O desenrolar da história é tão sutil, que mesmo com um livro de quase 500 paginas, eu mal senti passar, e quando acabou pensei: “mas já?”.

Claro que rola um romance que acabar por gerar muitas confusões, uma sócia não tão amiga assim e um talento que Lara descobre por ter, ou não, quase que sem querer. 



Também é fã da Sophie Kinsella? Ou qual livro você leu no mês do chick-lit? Conta para gente nos comentários :) 

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